Novo estudo revela crescente demanda por proteínas vegetais na região Ásia-Pacífico
Qual é o futuro da proteína sustentável na Ásia-Pacífico?
- Com a demanda por proteína aumentando na Ásia-Pacífico, há uma necessidade correspondente de ampliar o uso de substitutos de carne à base de plantas.
- Com a demanda por proteína aumentando na Ásia-Pacífico, há uma necessidade correspondente de ampliar o uso de substitutos de carne à base de plantas.
- As parcerias público-privadas podem facilitar holisticamente a transição proteica
Uma das principais oportunidades para o aumento da demanda na região Ásia-Pacífico é desbloquear investimentos em inovação, pesquisa e modelos de negócios para um setor de proteínas sustentável. China e Cingapura emergiram como polos de capital, fornecendo suporte e crescimento para empreendedores e empresas. A inovação desempenha um papel vital para permitir a mudança do setor em direção a caminhos que incluem a intensificação sustentável do setor de proteínas tradicionais, proteínas alternativas ou adicionais e mudanças no comportamento do consumidor. No entanto, é importante reconhecer que não existe uma solução única para todos. Práticas diferentes serão necessárias para atender às diversas necessidades de cada país e às preferências dos consumidores em toda a região.
“Substituir carne vermelha por soja ou outros feijões e introduzir carnes de origem vegetal oferecem alternativas sustentáveis.”
Proteínas alternativas podem enfrentar esses desafios de forma eficaz. Substituir carne vermelha por soja ou outros feijões e introduzir carnes de origem vegetal oferecem alternativas sustentáveis. Além disso, promover frutos do mar e aves como substitutos da carne vermelha pode promover mudanças estruturais nos alimentos de origem animal.
Para obter insights abrangentes, o Relatório de Política Alimentar Global e da China de 2023 analisa diversas opções personalizadas para a China. Ele serve como uma referência valiosa para compreender as implicações e possíveis estratégias para abordar essas questões.
“Os governos estão a investir em tecnologias agrícolas regenerativas e de baixo carbono para promover a sustentabilidade e reduzir as emissões de carbono."
Esforços estão em andamento para mudar o comportamento do consumidor por meio da educação e da conscientização sobre os impactos ambientais e na saúde das escolhas alimentares. O Capítulo 5 do Relatório de Política Alimentar da China e do Mundo de 2023 fornece insights valiosos sobre ações eficazes para esse fim.
Os governos estão investindo em tecnologias agrícolas regenerativas e de baixo carbono para promover a sustentabilidade e reduzir as emissões de carbono. Iniciativas como agricultura de precisão, agricultura orgânica e agrofloresta visam mitigar os impactos ambientais da produção de proteína de origem animal.
O apoio público está mudando para apoiar a produção de alimentos saudáveis e sustentáveis, em vez de subsidiar a produção de grãos. Isso inclui o apoio a grãos integrais, frutas, vegetais, feijões e outras alternativas vegetais para atender à demanda por proteína, minimizando a pegada ambiental.
Os governos estão incentivando o setor privado a investir em alimentos sustentáveis e saudáveis por meio de impostos, subsídios e regulamentações. Ao criar um ambiente favorável, os governos estimulam a inovação e aumentam a disponibilidade de opções nutritivas e ecologicamente corretas.
